sábado, 14 de fevereiro de 2009

Pe. CLÁUDIO MELO

Sobre as origens e povoamento das glebas do hoje município de Campo Maior, incontestavelmente, não se pode negar a valiosa e decisiva contribuição da família Castelo Branco.O início dessa família, pelo que se tem notícia histórica e documental, foi a partir da chegada ao Brasil de Dom Francisco Castelo Branco, e depois, por meio dos seus descendentes que se multiplicaram, principalmente, na região Norte do Piauí.
O “brasilianista” americano, John W. F. Dulles, no seu livro “Castelo Branco – O Caminho para a Presidência”, edição de 1979, nos fala sobre D. Francisco da Cunha Castelo Branco e afirma:
“Em 1693 o nome de Castelo Branco foi trazido de Portugal para o Brasil. Quem o trouxe foi Francisco da Cunha Castelo Branco, que recebeu de seu soberano a incumbência de reforçar a guarnição portuguesa da Capitania de Pernambuco. Após receber novas ordens quando se encontrava em Recife, Francisco seguiu para o Maranhão para ajudar na defesa dessa Capitania contra as incursões dos holandeses e dos franceses.

Com suas três filhas, ele sobreviveu a um naufrágio durante a viagem, mas perdeu sua esposa e seus haveres. Depois de chegar ao Maranhão, Francisco foi para o que é hoje o Piauí para a fim de recuperar-se de seus prejuízos através da agricultura e da criação de gado, ainda que tendo para isso de lutar contra bandos de gentios (índios)”.
Nos primórdios e períodos mais hostis das lutas de conquistas do Norte do Piauí e, notadamente, em Santo Antônio do Surubim (Bitorocara,Campo Maior), particularmente até 1713 não são encontrados registros da participação dos Castelo Branco. Ao que se sabe, a partir de 1714 é que se noticia sobre essa família, com o casamento de Manuel Carvalho de Almeida com dona Clara da Cunha e Silva Castelo Branco, filha de Francisco da Cunha Castelo Branco e de dona Maria Eugênia de Mesquita. Naqueles tempos era Manuel Carvalho de Almeida, Comissário Geral da Cavalaria do Piauí e havia sido companheiro e auxiliar imediato de Bernardo de Carvalho e Aguiar nas lutas pelas conquistas e pacificação do Norte da Província do Piauí.
De acordo com as afirmativas históricas do Pe. Cláudio Melo, o fundador de José de Freitas, “Manuel Carvalho de Almeida, é também pai dos Castelo Branco de Campo Maior”. Para outros historiadores, desse tronco genealógico, passando por Campo Maior os Castelo Branco penetraram para o Norte, chegaram aos municípios de Barras, Esperantina e ao litoral piauiense.


48 comentários:

Edmar Oliveira, disse...

vivendo e aprendendo. Quer dizer que Bitorocara é Campo Maior?
Edmar

Acélio Correia disse...

A família Castelo Branco
Os Castelo Branco surgiram em Portugal na Idade Média, deles se dizendo que "nos campos d'Ourique Cartéis Brancos se chamavam àqueles que, sob a flâmula de Afonso Henriques, o sangue derramaram pela terra portuguesa".Soldados valentes que eram, os Cartéis Brancos traziam nos escudos o "rompante lyão dourado" da nobreza. Eram os Paio Soares, os Vascos Pais, os Sueiro Eannes, os primeiros Castelos Brancos, enfim. Francisco da Cunha Castelo Branco, capitão de Infantaria do exército português, vindo para o Brasil em 1693, deu início à árvore genealógica dos Castelos Brancos. Na viagem para o Brasil, nas costas do Maranhão, sofreu naufrágio, perdendo sua mulher, D. Maria Eugênia de Mesquita, e todos os seus pertences, salvando-se ele, porém, com três filhas - Ana de Mesquita Castelo Branco, Maria Monte Serrat Castelo Branco e Clara da Cunha e Silva Castelo Branco. No Maranhão, casa-se pela segunda vez, tendo deste novo casamento um filho - Manoel Castelo Branco, chefe de numerosa família, cujos membros se estenderam para o Pará, Ceará, Piauí, Pernambuco e até mesmo para o sul, formando o ramo paulista que se fixou em Brotas e em Rio Claro, no século XIX, e ao qual pertence Vitorino Prata, por parte da mãe, e Castelo Branco, por parte do pai, Pedro Castelo Branco, e do avô – Francisco Castelo Branco. Do ramo nortista, entre os des­cen­dentes de Francisco da Cunha, figura o ex-presidente e general Humberto Castelo Branco.

zan disse...

Caro amigo José Acélio, conceda-nos a honra de conhecer as fontes de que você se utilizou para escrever seu brilhante comentário...

Anônimo disse...

MUito bem! Seu ZAM. As pessoas escrevem e não mencionam as fontes . Isso é ilegal e as vezes é plágio.

Anônimo disse...

O que adianta falar em plágio se não dizer também que o BLOG é um eximio e descarado plagiador. Que ver ,esse texto aí é um plágio do plágio . Reginaldo Lima o plagiou e este blog plágio pra frente..

Washington Araújo disse...

O Bitorocara não é repositório de textos acadêmicos, em que é obrigatória a citação da fonte. É um espaço para divulgar fatos, versões, informações, notícias, opiniões, crenças, etc., desde que ligadas a Campo Maior e sua gente.
Deveriamos louvar a iniciativa do Zé Acélio de fazer uma bela pesquisa sobre a origem da família Castelo Branco e compartilhá-la com os leitores do blog.
Parabéns, Zé Acélio, continue nos brindando com suas sempre pertinentes intervenções.
Um abraço para você e seus irmãos e irmã.

acelio correia disse...

Acélio Correia esclarece...

Sinto desapontá-lo, meu caro ZAN...

As informações sobre os "Castelo Branco" não são comentários meus. Representam, tão somente, a minha contribuição na divulgação de fatos relacionados às familias "bitorocarenses".

Esclareço que não adicionei uma letra, sequer, à pesquisa que efetuei em um trabalho sobre "História do Jornalismo(II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho - Florianópolis, de 15 a 17 de abril de 2004)", com enfoque à pessoa do renomado jornalista Vitorino Prata Castelo Branco, responsável pelo "I Curso Livre de Jornalismo no Brasil", há mais de 66 anos.

Por acidente, o título de minha manifestação sobre os Castelo Branco constou, impropriamente: Acélio Correia disse...

O correto seria ou poderia ser: Acélio Correia reproduz...

Não fiquem decepcionados aqueles que assimilaram o comentário como de minha autoria, pois, do alto de minha modéstia, assevero-lhes que sou capaz de produzir coisas melhores.
Atenciosamente,
José Acélio Correia.

16 de fevereiro de 2009

Bezerra - Do Rio de Janeiro disse...

Sr. João de Deus, foi só aparecer alguém querendo fazer algo por Campo Maior, que começa a aparecer essa figurinhas de ridículos bosta nágua, inúteis, sem iniciativa e muito mais ainda, sem nehum talento, pra externar suas invejas. Estou falando do empreendedor prefeito João Félix e concidentemente, do Sr., um exímio e talentoso artista que nos orgulha divulgando nossa Campo Maior; o Piauí e sendo elogiado a todo instante nos órgãos de imprensa e Blogs de todo o país. Parabéns ao Acélio e ao Zan, maravilhosos filhos da terra que mesmo longe, sempre lutaram pra não deixar a cidade cair de vez na esparrela da baixaria e do marasmo cultural. Que belo Blog o Sr. João de Deus também tem sobre literatura ilustrados com caricaturas. O PICINEZ é outro exemplo do show de criatividade do "Netto". Quanto a esses "donos" da história, estão se envenenando com a própria saliva impregnada de mediocridade. O pior é que não fazem nada e não vão a lugar nenhum.

Lyggia disse...

Estes dados estão disponíveis pra qualquer pessoa e foram frutos de pesquisa do Padre Cláudio Melo na famosa Torre do Tombo em Portugal. Só que, agora apareceu alguém para divulgá-los. Esquenta não Nettinho, seu talentoso desempenho já começa a perturbar os incompetentes e contadores de historias disfarçados de historiadores. Quem vai deixar de de lhe dar credibilidade por causa de comentários lotados de inveja e que se identifica por "anônimo"?

Pretextato José de Melo disse...

Li com satisfação sobre nosson querido estadio Deusdeth de Melo, onde assisti a vários jogos do Caiçara, no início dos anos 60. Naquela época, eu ia até aos treinos e na volta dava carona ao melhor jogador do time que era o Escurinho (ponta esquerda) em minha bicicleta, até a concentração, que ficava próximo ao cemitério.Como "recompensa", ganhava as bolas já usadas.

Ana Carol (BSB) disse...

Falar em Padre Cláudio e história, vi outro dia através do prof. Cineas Santos, amigo do Netto, a capa de um livro feito por nosso artista sobre a obra do poeta maior, Da Costa e Silva. O grande detalhe é que o escritor é o embaixador, africanólogo e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Alberto da Costa e Silva, filho do poeta que mora no Rio.
Amigo Netto, seus outros blogs já são refer^ncias na globosfera. O PICINEZ e sua brilhante idéia de ilustrá-lo com caricaturas de escritores é único, tem leitor seleto. O JenipapoNews é humor refinado e crítica da melhor qualidade. O resto? O resto são pessoas que se mostra de bobeira expondo suas incompetências.
Um abraço

kenard kruel disse...

netto, o "solda" é, realmente, gente da gente. amigo, quero construir, em campo maior, o memorial da independência brasileira. objetivando reunir tudo que se relaciona com a independência do brasil e colocar lá. fazer com que pesquisadores do mundo interior viagem até campo maior para pesquisar essa parte da história do brasil. estou movimentando as autoridades, intelectuais, artistas, pessoas do povo. em breve, envio a maquete da sede do memorial. temos que ver que foi em campo maior que houve a única luta pela independência do brasil. melhor, ainda, seria podermos, além da peça teatral, sensibilizar alguém do cinema a fazer o épico a batalha do jenipapo.

estamos aqui às ordens, sempre.

o piauí é netto.

William Sousa disse...

Olá amigo Netto é um prazer falar com você pois já tinha visto vários
trabalhos seus e foi grande a minha supresa saber que vc também veio da terrinha ...
Tambem sou ilustrador e artista plástico e tambem moro em Curitiba.
Um grande abraço e o convido para falarmos ... moro no bairro seminário e meus telefones estão no seu e-mail.

Romão - De Recife disse...

Netto, o Edmar Oliveira que encabeça esta lista de comentários é aquele psiquiatra piauiense que mora no Rio de Janeiro e tem um blog chamado Piauínauta? Quando você for a Campo Maior, passa no Rio e leva o Dr. pra fazer uma visitinha lá na UESPI, tem uns caras por lá precisando consulta. Tem um lá que jura que entrevistou o Fidié pra poder contar a história da batalha de maneira certa. Por aí tu tira.

Milton - de Goiânia disse...

Zan, se prepara pra mediocridade que vai vir em cima do seu trabalho sobre a batalha do jenipapo. Moço, se essa a gente se meter com o kenard kruel, aí eles vão ver a cagada que fizeram. Olhaí outro exemplo: o kenard é parnaibano e tá "batalhando" melhorias pra C. Maior, e de resto, para o Piauí, já que essa batalha só é conhecida aí na região...

Anônimo disse...

Pessoal esse negócio de criar um fato emotivo nas coisas nada mais é que esperteza de uns para dominar os outros. Assim aparece um buda dali.. um naufrágio aqui... uma renuncia de riquesa... uma iluminação. um foto que os Positivistas tacaram no Tiradentes . E que escrevia a história( o que hoje se chama academicamente de ESTÓRIA)?? Os cléricos vcs já viram Igrejas usa muita simbologia( a maioria inventada) para dominar outros que escreviam diga-se reproduziam ,bebiam na fonte dos cléricos é os elites também para dominar . O Acélio terminou de afirmar que "...não adicionou uma letra,sequer, ma 'pesquisa'..." Resumindo ele só reproduziu sem filosofar porque e com que finalidade aquilo foi escrito ( ou reproduzido também) Hoje na academia de ciências Humanas esses mitos estão sendo derrubados . Acélio é com muito respeito que sugiro vc leia " O que é Ideologia?" de Marilena Chauí e se Possível beba na fonte de TOM SEGEV , lá vc vai começar a entender porque que tais mitos são inventados de divulgados/reproduzidos. Por sina, como o da família Castelo Branco ( o naufrágio . Quem lhe sugere é mestrando em história/UFPI. Reitero pesquise leiam profundamente o que é IDEOLOGIA?

zan disse...

Amigos, deixa vê se eu consigo esclarecer o sentido do meu comentário anterior:não quis por em dúvida a honestidade do meu amigo José Acélio, só sugeri que ele citasse as fontes de onde tirou aquelas informações; pra mim, isso ele fez e pra mim isso basta. Não vi maldade nem malícia no meu comentário. Se alguém viu o problema não é meu. O que estou escrevendo e tem alguma coisa a ver com a Batalha do Jenipapo e não passa de uma "brincadeira" dum velhinho desocupado, é uma ficção, um "romance histórico", que deve sair no blogo nos próximos dias, na forma de folhetim. Nada que mereça uma discussão tão acalorada envolvendo o jornalista Kenard Kruel e seu projeto relacionado com o Monumento.

Anônimo disse...

Eu acho que o SuperZan tem razão. Estão fazendo tempestade num copo d'água, tempestade essa que eu acho que afundou o navio desse Castelo Branco no litoral maranhense...Tem uns caras aí que fazem uns comentários com palavras dificeis...Vamos falar num portugues mais fácil...hehehehe
Tem uns cara que se acham...

Eleonora disse...

João de Deus, pra mim basta o que você já faz com muita propriedade e talento: nos informar, coisa que passamos décadas sem ninguém pra ter essa iniativa. Quanto ao "plágio", não entendi! Até porque está escrito bem grande o nom e do autor Pe CLÁUDIO MELo, um respeitável intelectual e historiador que vivia lá na fonte(Portugal)fazendo pesquisas. Nessa época não existia essa fartura de mestrados e feitos nas coxas e., aí sim, com teses COMPRADAS até na internet; prontas; uma mesma "istória" agora faz um piqueiro de "mestres". Anônimo, isto sim é plágio, e indecoroso.
Netto, vamos ao que interessa: ESTOU LOUCA PRA VER O QUE TEREMOS PRA BATALHA DO GENIPAPO. SEU BLOG, NÃO,O NOSSO BLOG É 10!!! - "plagiando o Kenard quando se refere a você.

Milton - De Goiânia disse...

MARILENA CHAUÍ E O MESTRE ANÔNIMO

“Um aluno que, durante toda uma palestra da Marilena Chauí sobre Espinosa, procurou aparecer mais do que a convidada: com a cabeça toda raspada e óculos brancos espelhados, deitou-se no chão, ao pé da mesa da conferencista, de costas para o público, com os ombros no piso baixo e os pés no alto, sobre o estrado. E seus pés, realçados por meias brancas, foram propositadamente cruzados sob o rosto de Marilena Chauí, relativamente próximos dele. A atitude desse estudante, muito mais irritante pela tolice do que pela suposta irreverência, acabou se tornando o sintoma de uma grave crise da inteligência brasileira.
Marilena Chauí, se tivesse entendido de fato Espinosa, mandaria o menino primeiro transformar a si mesmo, domando suas paixões exibicionistas, para depois domar o mundo. Mas como professor deixou de ser farol para ser faísca, o que ela fez foi dizer exatamente o contrário – massageou o ego do rapaz.”
Resumindo : este MESTRE(?) “anônimo” é mais um desses porras loucas de esquerda que jura que no mês passado foi a uma palestra de Engels na Albânia e que lá estavam Marx e o camarada Trostky, de quem pegou um autógrafo e a promessa de que essa turma vai vir a Campo Maior pra explicar porque Bernardo de Carvalho era um assassino frio e calculista.

José Maria e Silva
Publicado no Jornal Opção, de Goiás, em 10 de outubro de 1999

zan disse...

Pretextato foi meu aluno no Colégio Estadual nos anos 60/70. Não vejo tem alguns séculos. O primo dele, com quem comecei a fazer o Ginásio em 59 (Santo Antonio), o ZédeMelo, tinha um caminhado engraçadíssimo e um apelido mais ainda:Socobila. Cadê vocês, caras, por onde andam?

Anônimo disse...

Milton de Goiânia. A esquerda não é esses caras aí dos "autógrafos" Na verdade a sediosa mídia capital/vaticano/elites burras e reprotutoras só fala neles mas é para ocultar as (re)leituras que as teorias libertantes proporcionam. E o que disse da CHUÍ andou longe do sentido do livro dela aí citado também faço coro cum ele : leia o livro e de quebra leia a Prof Claudete Dias da UFPI e pós-doutora em história do PI. Se fundamente com o que tem de atual no vê/viver/ser a história e seja menos descriminador dos esquerdistas, já são tão poucos nessa sociedade "reprodutora...??"

Anônimo disse...

BEZERRA na verdade quem merece o título de "DONOS" da história são os reprodutore de certos "NAUFRÁGIOS...??????????" os donos da história e de tudo é o povo e esses "NAUFRÁGIOS...????" tem ovenenoso propósito de não deixar o povo se perceber como o agente geral ativo. E não passivo 'reprodutor' do que uns ideologisam para manipular. Acorde home Raul Sexas já dva os toque " aquela velha opinião sobre todo/tudo..." já se modificou.

Anônimo disse...

Quando vai se fazer uma casa usa-se varios materiais. Assim quem vai construir um texto principalmente nas humanas num é bom se fundamentar só numa "fonte" e principalmente quando a fonte é "temperada" como essa. Deve-se buscar outras bases textuais e se livrar de certos "temperos" como por exemplo:"NAUFÁGIOS".Isso aí vem de ETHOS DOMINUS, criado por cleros e apaniguados e que os reprodutores passam adiante sem perceber o conteúdo "viral" que tem nas escamas. Vide Alcides Nascimento, Claudete Dias, profs da UFPI e pós-doutores em história do PIAUÍ e tambémo Prof Edvar Alencar Castelo Branco lá em (WWW.HISTORIASDOPIAUI.COM.BR)

Anônimo disse...

Os Castelo branco e muitos ourtos e aquele clero por netto visto 'Chatólico' criam mesmo certas literaturas para se perpetuar/se apossar dos poderes político/econômoco...e pelo visto deu certo , mas o mundo está sendo relido graças a muitos fatores inclusive ANNALES, MARXISMO,PROTESTANTISMO.

Anônimo disse...

O que a história atual vê nos Castelo é que eles sob o patrocínio da Igreja de Roma esterminaram os nativos para tomar suas terras e também que eles e entrelaços nunca deixaram o PIAUí se desenvolver para não quebrar o Castelo( Vejam o que fizeram com os empreendimentos do Eng. Sampaio) e assim ficarem no mando das tetas estatais. Vê só quem é os maiores latifundiários daqui: Castelos/Freitas/Gayoso/Portela/Regoe por consequencia donos do governo Mas o pessoal tá acordando e certos "naufrágios" não mais manipula a todos.

Anônimo disse...

Netto isso aquí virou chacota, ta que nem o samba do criolo doido...Daquí a pouco vão misturar os Castelos Brancos com o Castelo do Dep. Fed. do Dem de Minas Gerais...
Cada um quer ser o dono da verdade, da razão...Só tem nego intelectual...affii

zan disse...

Caras, pra vocês verem, sem querer a gente cai numa discussão onde se cita Espinosa e Marilena Chauí. Nunca tive minha ignorância tão humilhada, mas tá valendo a pena. Prossigam.

Anônimo disse...

A expressão " samba de crioulo doito" também tem carga 'viral' é só analizar que você verá que ela foi construida por uns para inferiorizar(dominar) outros... Ufa! + é cada um se achando e não sabe fazer essas leituras. Quer dizer que elas foram bem planejadas/pensadas para não serem 'lidas' e sim """"reproduzidas""""" por....!!!!

Anônimo disse...

Netto, cara!! Valeu por botar esse assunto no ar .Te entendiiiii... rapaz, é mesmo bom provocar essas polêmicas.Viu o tanto de comentários? E só assim certos exteriótipos(naufrágios??) ha muito tempo tabelados no memorial coletivo vão sendo DESMASCARADOS. Obrigáááádo Nettôôôôô. Assina O DIRCEU formado em história( história atual, né?)

Anônimo disse...

Vejam o que diz o livro" OUTRAS HISTÓRIAS DO PIAUÍ" ele é de autores realmente entedidos das verdaderas histórias e não das "histórias estabelecidas". Afinal eles são todos possuidores de curso/formação/pós-formação na área. Assim lhes gabaritam para não serem apenas 'reprodutores' das 'histórias estabelecidas' o que hoje a academia chama de 'estórias impostas'.

Anônimo disse...

Netto, realmente tem cada um fazendo seus comentários,e, dizendo que é formado em história...e ainda se acha o cara!!! O bambambam nesse assunto...hehehehehe

Washington Araújo disse...

Netto, nada contra a discursão enveredar para o terreno acadêmico, mas seria muito bom que o "anônimo" se identificasse, ao invés de esgrimir argumentos de autoridade (dizendo-se mestrando em história, mencionando que professora tal é pós-doutora, etc.).
O gostoso neste blog é o contato com reminiscências de nossa terra, um nome, uma fotografia,uma expressão, como a palavra "piqueiro" utilizada pela Eleonora no sentido de quantidade e que instantaneamente me levou ao Campo Maior da minha infância e adolescência. São expressões bem peculiares, que não se ouvem em outros lugares e, alijadas da conversação formal, remanescem em escaninhos da memória, que quando abertos trazem consigo lembranças e sensações de outras épocas, como o cheiro da chuva trazido pelo vento, o sabor da guabiraba madura,as conversas na calçada, o café com bolo de goma, o burburinho da cidade em dia de feira, a música na amplificadora do Cine Nazaré, a Praça Rui Barbosa com a Petisqueira do Vela Branca, o Campo Maior Clube.
Sugiro ao Netto criar um espaço para o registro de palavras típicas do linguajar de Campo Maior, formando um vocabulário com a contribuição dos leitores.

Anônimo disse...

Netto, esses Castelo Branco são confusista militantes mesmo. Os caras arrumaram confusão até no teu blog...hehehehehe
Vou relatar alguns episódios dessa família.
Alguns membros dessa família lá pelos ídos dos anos 60/70 faziam as maiores confusões em festas, principalmente na época de semana Santa e dos festejos...Então essa família já vem confusista desde quando veio pro Brasil vinda de Portugal. Eu acho que eles já aprontavam por lá...

Ricardo Reis disse...

Washington, eu não sabia que você era do tempo da petisqueira. Meu amigo, Matusalém, já que falamos em reminiscências, vou lhe dizer que esse anônimo é um mané besta, pois devia dizer o nome. Vamos pegar esse anônimo, dar uns brogues e umas cachuletas nele. Se achar pouco, vamos meter o bofete. Quando o cabra cair, saímos na tubada e vamos varar, no Cine Nazaré, que é pra se esconder e assistir ao faroeste, O Dolár Furado, com Giuliano Gemma (é assim que se escreve?). Depois, antes de se deitar, vamos merendar na banca do seu Rafael, pai do inesquecível Etevaldo, o sapato, que nos tempo idos, ficava em frente à casa onde eu e os meus familiares morávamos, vizinha à residência do seu Paulo Neves e de dona Margarida, que era colada na casa do seu Chico Araújo e de dona Antonina, todos, seres humanos maravilhosos. Um abraço a você, Washington, e a todos os amigos que compartilharam conosco, de uma infância maravilhosa, na querida Praça Bona Primo, Rua do Sol, Baixa, etc,.

zan disse...

O que eu acho mais engraçado nessa história dos Castelo Branco é que os estudiosos da coisa se comportam, escrevendo ou falando, como se não estivessem dizendo a mesma coisa. Gente, vamo parar com essa mania de ficar dizendo que o outro não sabe nada, que coisa feia!!! Parece menino discutindo futebol...

Anônimo disse...

Outra dos Castelo Branco...Ulisses Raulino Castelo Branco era motorista de caminhão ns década de 60, e o Gen. Castelo Branco era o presidente do Brasil. Ulisses estava parado num posto de combustivel de beira de estrada próximo à Recife, quando apareceu a PE ( Polícia do Exército)batendo e levando todo mundo que estava nom posto, nisso chegou um soldado agredindo o Ulisses, ele muito esperto disse: calma lá soldade, por gentileza voce devia me pedir os meus documentos antes, e foi logo entregando-os...nesse momento o Cap grita de longe, trás logo esse baixinho aá rapaz, voce bateu em nego grande e não deu uns pau nesse nanico...o soldado olhou pro capitão e disse, capitão acho bom o senhor vir aquí resolver essa parada, pois o documento desse senhor aquí é pesado...O Ulisses ficou de braços cruzados e batendo o pé...quando chegou dando uma bronca no soldado e de imeditamente tomando os doumentos, o Capitão olhava para o Ulisses e olhava pros documentos, olhou umas 3 vezes seguidas...O que o senhor é do Presidente?
O Ulisses respondeu: não sei, me prenda que voce sabe...
O Capitão perguntou de novo e o Ulisses deu a mesma resposta.
O Capitão passou a mão na cabeça, e disse, deixa esse cara aí; o soldado perguntou ao Cap. se ele não ía levar o baixinho, o Cap. respondeu...tu ta doido é!!??
Depois eu conto mais...

Anônimo disse...

Já viram que essa família( que criou uma literatura de autoploclamação) não é competente no setor empresarial. Por ventura teem uma grande empresa no Piauí?, formada por Castellos Brancos? . Mas... nas tetas doi estado. Como eles perderam o poder direto continuam na periferia do poder Vcs já notaram quem é o chefe do Cartório Eleitoral de Campo Maior?( tudo bem que agora é por concurso público, menos mal!!!)

Gracinha Torres disse...

Oi, Netto! Cara,que legal,achei tudo muito interessante, maravilhoso!!!!!!
Tivestes uma iniciativa espetacular. Estou me divertindo um monte, com os anônimos e antônimos.A do Ricardo Reis está demais!!! (Petisqueira, brogues, tubada.., esta eu falo todo dia!).E o Washington da mesma turma Matusalém. Não lembro mais detalhes porque sou bem mais nova que vocês...rsrsrsrs. Adorei!!!!

Ricardo Reis disse...

Washington, quem diria, fomos chamados de velhos. Nem parece que nascemos "isturdia". Já não basta o Júnior, seu irmão, todo dia, me fazendo recordar que tenho entre 30 e 40 anos. Lembrei agora, de uma conversa que presenciei entre duas das grandes figuras que ajudaram a fazer a História de Campo Maior: Júlio Rabelo e Aluísio Portela. Júlio Rabelo falou a Aluísio Portela, que ele estava bem. Aluísio Portela, já caminhando com dificuldades, apoiando-se no meu braço, respondeu a Júlio, que este é que estava bem, pois ainda podia tomar uns copos de cerveja. Júlio Rabelo, com a calma que lhe era peculiar, falou: bem nada, Aluísio. Aluísio, o tempo é impiedoso. Washington, que demore pelo menos umas seis décadas, até termos de realizar uma conversa desse tipo. Aluísio Portela e Júlio Rabelo, realizaram essa conversa, com uma serenidade invejável, e sorrisos nos lábios, demonstrando que tinham a característica de manterem, na velhice, o espírito jovem. Essa é a fórmula para não envelhecer, e para não temer a morte.

Francisco Macedo júnior disse...

Ricardo, 30 e 40 anos fazem que tu andava de tamanco lá pelas banda da Zabelona. Tu lembras? O Neto do Vidão deu um sudema num cara que não me recordo o nome e saiu na maior tubada no rumo da baixa, pense numa tubada grande, e pense num sudema maior ainda...

Francisco Macedo Júnior disse...

Ricardo, voce lembra quando teu pai te deu um relógio de presente?
Tu saiu mostrando o relógio pra todo mundo, tu ficava só charlando com o relógio no pulso, o braço é duro o tempo todo...hehehehehe

Washington Araújo disse...

Ricardo,

Como você bem sabe, nascemos no mesmo ano. Essas lembranças da infância são eternas.
A Gracinha Torres, mesmo sendo mais nova, pelo visto também lembra da petisqueira. Vai ver flertou na Praça Rui Barbosa, onde as moças andavam num sentido e os rapazes em outro, e costumava parar para conversar um pouco com a Zezé e a Zuzu, inteirando-se das novidades.
Lá em cima tem uma mensagem do William, irmão do Clemilson, do Fifiu, da Gracinha, da Fátima, da Meirinha, da Marisa, filhos do seu Aureliano e da dona Ditinha, que também foram meus vizinhos na Praça Bona Primo. Graças ao Bitorocara fiquei sabendo que atualmente moram em Curitiba.
Um abraço fraterno.

Aurea disse...

Bom que no meio de tantos comentarios polemicos a gente encontra muita coisa engraçada e pessoas que tempos não se sabia noticias.Sou viciada no blog,fico horas acompanhando os papos.

Belchior Neto/Teresina disse...

Dr. Washington Araujo, com tanta gente boa em um só grupo e muita menina bonita na familia do senhor Aureliano e dona Didita, o senhor, doutor deixou de mencionar o nome de uma jovem, que também é da familia, de olhos claros e cristalizados e de uma simpatia contagiante ( essa era uma marca das irmãs Torres), doutor você esqueceu da NEIDE. Só para lembrar que também vi muita gente bonita no C. Maior de ontem.
Um abraço, saúde e beleza para todos

Washington Araújo, de Fortaleza disse...

Belchior Neto,

Foi um lapso de memória, mas lembro perfeitamente da Neide e de todos da família do seu Aureliano. As meninas eram realmente muito bonitas e simpáticas.

José Miranda Filho disse...

Mundico Belchior, por que fez questão de ressaltar o nome da Neide com letras garrafais, de manchete??? Esclarece isso. Sabe que somente nesta hora estou lendo os comentários da matéria "Pe. Cláudio Melo"? Vi o comentário da Gracinha, muito alegre, bem-humorada. "Menino, vai na tubada na mercearia do Nonatim (da Dona Irá) e traz logo o que tá nesta nota, que ainda é pra fazer o almoço."

Anônimo disse...

Olá pessoal! Meu nome é Roney! Padre Cláudio foi meu primo avô, acho... Bem ele era irmão da minha avó. Convivi um bom tempo com ele até seu falecimento por câncer! Me sinto feliz de ver que suas obras ainda são muito discutidas. Isso me emociona! Me lembro de sua última viagem à Portugal para fazer uma de suas milhares pesquisas. Um abraço à todos. Qualquer coisa meu e-mail é: roneyeu@yahoo.com.br

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